Conselheiros do Instituto TMO tem artigo publicado na revista The Lancet Hematology

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No início de março, a revista The Lancet Hematology publicou o artigo “Transplante para anemia de Fanconi: lições aprendidas no Brasil”, que traz o resultado de importante pesquisa feita pelos integrantes do Conselho Técnico do Instituto TMO:https://institutotmo.org.br/instituto-tmo/ Carmen Bonfim, Ricardo Pasquini, Samir Kanaan Nabhan e Vaneuza Funke.

Participou também do trabalho o pesquisador Alberto Cardoso Martins Lima, vencedor dos últimos prêmios Alírio Pfiffer concedidos pela instituição. Ainda assinam o artigo os renomados pesquisadores Samantha Nichele, Gisele Loth e Daniela Vandresen Pillonetto.

O artigo trata da importância do transplante de células-tronco hematopoiéticas (TCTH) no tratamento da Anemia de Fanconi, uma doença rara, caracterizada pela falência progressiva de medula óssea, malformações congênitas e predisposição ao desenvolvimento do câncer.

O artigo aborda o programa de TCTH desenvolvido pelo Setor de Transplante de Medula Óssea (STMO) que é parte da Unidade de Transplante, Oncologia e Hematologia (UTOH) do Hospital de Clínicas da Universidade Federal do Paraná, instituição responsável por uma das maiores experiências do mundo no tratamento da Anemia de Fanconi.

O Instituto TMO é parceiro há mais de 30 anos do Setor de Transplante de Medula Óssea do HC. Por meio de uma unidade de acolhimento, a Casa Malice, o Instituto TMO oferece suporte aos pacientes pós-transplantados. O Instituto TMO é também um grande apoiador da pesquisa científica, através da realização de premiações que contribuem para que o tratamento de doenças graves seja o mais efetivo possível.

Sobrevida – Como aponta o artigo publicado na revista internacional, a experiência adquirida em um hospital público universitário pode ser ampliada com o mesmo sucesso para pacientes transplantados em outros hospitais de Curitiba – como o Pequeno Príncipe ou o Nossa Senhora das Graças -, e até de outras regiões do país.

Atualmente, países com recursos parecidos com os do Brasil têm utilizado os regimes propostos neste artigo com excelentes resultados. A pesquisa relatada no trabalho publicado também mostra que houve uma melhora importante na sobrevida desses pacientes nas últimas duas décadas.

Esses bons resultados não teriam sido possíveis sem uma intensa colaboração internacional com diversos serviços dos Estados Unidos e Europa. Essas parcerias foram essenciais para um maior entendimento desta doença rara e o reconhecimento nacional e internacional do papel do STMO-HC/UFPR dentro desse cenário.

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